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O estoque da dívida pública federal registrou uma alta de 1,91% em abril, alcançando o montante de R$ 8,798 trilhões sob o impacto de novas emissões líquidas, conforme os indicadores oficiais apresentados pela equipe técnica do Tesouro Nacional para o detalhamento do financiamento estrutural do país.

Por Redação TransMeridional Web | 30 de Maio de 2026 – 06h40 | Imagem: IA/Divulgação

O endividamento do governo federal registrou uma nova curva de elevação ao longo do último mês avaliado.

O salto de R$ 8,633 trilhões em março para os atuais R$ 8,798 trilhões reflete a necessidade de captação de recursos.

Essa dinâmica ocorre para cobrir as despesas da máquina pública que superam a arrecadação de impostos nacionais.

Saiba mais>>> https://www.gov.br/tesouronacional/pt-br

Emissões superam resgates no mês

O Tesouro Nacional informou que as emissões de novos títulos públicos somaram R$ 229,96 bilhões em abril.

Em contrapartida, os resgates de papéis que venceram no período totalizaram R$ 146 bilhões.

A diferença gerou um saldo de emissão líquida positiva, mecanismo essencial para financiar o déficit do orçamento.

Divisão entre mercado interno e externo

A maior fatia do endividamento está concentrada no mercado nacional, somando R$ 8,462 trilhões em títulos mobiliários.

Já a parcela da dívida externa, captada junto aos mercados estrangeiros, atingiu a marca de R$ 335,9 bilhões.

Do total de papéis internos, os títulos atrelados à taxa flutuante lideram a composição com 48,59%.

Bancos lideram a detenção dos títulos

As instituições financeiras seguem como os principais compradores da dívida, detendo 31,46% de participação ativa.

As entidades de previdência privada aparecem logo na sequência com 22,32% do total dos papéis emitidos.

Os fundos de investimento completam as três primeiras posições de liderança, somando uma fatia de 22,17%.

Custo médio e prazos de vencimento

O relatório técnico aponta que o prazo médio de vencimento da dívida subiu levemente para 4,12 anos.

A parcela dos compromissos financeiros que vencem no curto prazo, em até 12 meses, caiu para 18,99%.

Por outro lado, o custo médio de financiamento da estrutura subiu para 12,22% ao ano no acumulado de doze meses.

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Nota de Esclarecimento Público: Esta matéria jornalística baseia-se exclusivamente no balanço oficial divulgado pela Secretaria do Tesouro Nacional. O Portal TransMeridional Web atua de forma estritamente neutra e informativa, reproduzindo os indicadores contábeis da União com total transparência para o cidadão mato-grossense.

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